23 de abril

Torrent Brasil Lança Campanha Digital Na Semana de Combate a Hipertensão


 

Dia 26 de abril é o Dia Nacional de Combate a Hipertensão e metade dos brasileiros que sofrem com a doença não sabem disso.

Com o objetivo de conscientizar crianças, jovens, adultos e idosos sobre os perigos e consequências da Hipertensão, a Torrent Brasil lançou ontem(22/04) a campanha nacional digital de combate a doença, em sua página no Facebook.

A campanha é composta por peças de alerta para todas as idades, quiz com perguntas e respostas (que no final diz se você tem ou não tendência a ter a doença), um vídeo bem bacana e um post no site.

http://www.torrent.com.br/noticias/dia-do-combate-a-hipertensao-um-alerta-aos-pacientes.php

A ação foi desenvolvida pela Artéria Comunicação de SP.

Foi um prazer trabalhar no planejamento da ação e está sendo ótimo executá-la.

Outras peças abaixo:

13_facebook_Dados-brasileiros-e-Hipertensão

7_facebook_Fatores-de-risco-para-a-hipertensão

Acessem a fan page para acompanhar: https://www.facebook.com/torrentbrasil

 

Outros Links de divulgação da campanha:

R7

Revista Exame

=)

 

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15 de abril

Via Uno perdeu a oportunidade e o destaque (mesmo que negativo) foi todo da Arezzo

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Muita gente acompanhou na semana passada o fail que a Arezzo cometeu. Para quem não acompanhou, vou dar uma resumida: uma consumidora adquiriu uma sandália da marca e após usá-la duas vezes, parte da palmilha se soltou evidenciando outra marca por baixo: a da Via Uno.

A filha da cliente fez um post no Facebook relatando o acontecido e o fato viralizou. A Arezzo se pronunciou a respeito se defendendo e justificando que o fato aconteceu porque um dos componentes usados na produção da sandália também era utilizado na fabricação do concorrente.

Fail a parte, eu estou me perguntando até agora porque a Via Uno perdeu a oportunidade de fazer um puta de um anúncio digital pegando carona e ainda se sobressaindo frente a concorrente mais valorizada e cara. Comeu mosca Via Uno!

Agora mesmo o site da Via Uno está fora do ar e o último post da fan page (QUE POSSUI 118.997 LIKES) foi do dia 18 de março. Vai entender, né?

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15 de abril

Publicidade no Instagram? Chegou e já está rolando nas timelines alheias.

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Quando falamos em usuários, o Instagram apresenta seus maiores números nos Estados Unidos e depois no Brasil. É claro que não demorou muito para que a plataforma começasse a extrair todo o seu potencial de impacto com o objetivo de oferecer ações, inicialmente tímidas mas com certo potencial, para as marcas por meio do bombardeio dos usuários. O Twitter já fez isso e que eu saiba, até agora, não vingou aqui em terras tupiniquins. Aliás, quando falamos em anúncios no Twitter, esbarramos em vários… eu disse  V-Á-R-I-O-S empecilhos. Seja eles de comunicação ou até na exorbitância dos valores (e isso pode até ser tema de outro post). E quanto potencial o Twitter tinha… Mas aí amornou.

Antes da equipe do Zukemberg apostar em formatos de anúncios para o Instagram, aqui no Brasil já tinha uma galerinha ganhando uma grana com o #Instamission. E olhe que em 2013 eu quase cai para trás quando resolvi orçar uma ação no projeto com as fundadoras.

Pensem comigo: hoje em dia o sucesso de toda ação digital é medido por meio de métricas. Quando o #Instamission estava bombando, não havia uma mensuração real além dos coraçõezinhos e participações de envios. Sem miúdos ou trocadilhos, falávamos apenas de branding.

Aí o tempo passou e a ferramenta começou a agregar mais valor potencial para as agências com as suas novas possibilidades, entre elas: o  envio de vídeos e algumas marcas já se aproveitaram dessa funcionalidade.

Finalmente os anúncios chegaram ao Brasil. Mas claro, que só algumas agências poderão fazer esses anúncios porque ser simples não é tarefa fácil para os colonizadores digitais desse país. Claro! Eles ainda estão só testando para medir a aceitação ou rejeição do público. Mas e na hora de vender isso para o cliente tão alucinado por métricas, hein? Será que no pacote vem um Instagram Analytics?

Aguardaremos cenas dos próximos capítulos…


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23 de novembro

A Análise Swot dentro das mídias sociais – por @alinnefernandes

Definição para Análise Swot:  (Forças [Strengths], Fraquezas [Weaknesses], Oportunidades [Opportunities] e Ameaças [Threats]). Sim mas o que ela faz, de fato? Bom, ela nada mais é que uma ferramenta utilizada para a análise do cenário em que uma organização atua, com o objetivo de elaborar estratégias baseadas em pontos fortes e fracos detectados, para a realização de um planejamento de gestão eficiente (seja ela de comunicação, financeira, administrativa ou até de um projeto). Ou seja, é utilizada para fazer com que o seu objeto de análise se sobressaia dentro de um mercado competitivo.

Há quem diga que ela já era utilizada há mais de 3 mil anos e que foi criada com base nos ensinamentos de Sun Tzu em, A arte da Guerra. Isso tem fundamento. Basta interpretar um dos trechos de seu tratado militar: “Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças”. A mesma ideia, não?

Pois bem, o meu objetivo hoje, é trazer a Análise Swot para as práticas do marketing estratégico digital. Não posso indicar o caminho das pedras com um simples texto, mas posso dar um sentido para você que está tentando elaborar uma estratégia para o seu cliente, dentro das possibilidades que o on oferece.

Digamos que o cliente tenha te chamado para dizer que precisa estar dentro das mídias sociais. E ele quer isso porque os concorrentes estão lá. Porém, não tem a mínima ideia da utilidade dessa prática.

Você, como um bom profissional que é, vai ouvir o seu cliente, se inteirar da realidade atual da empresa e se preparar para realizar um estudo aprofundado do cenário em que ela está atuando. Como? Vou dizer agora.

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15 de novembro

Eleições 2012: O que podemos esperar do marketing político digital? via @alinnefernandes

O STE (Superior Tribunal Eleitoral) já definiu e divulgou: as eleições 2012 serão realizadas em seu primeiro e segundo turno nos dias 7 e 28 de outubro. Prefeitos, Vice-Prefeitos e vereadores serão escolhidos  nos mais de 5.000 municípios desse Brasil.

As especulações sobre as convenções partidárias já começaram e muitas coisas foram definidas. Os articuladores de campanhas eleitorais já começaram a colocar a mão na massa pensando no off, mas e o on?

Nas primeiras eleições em que trabalhei (2008) desenvolvendo projetos políticos digitais, a realidade digital do Brasil era bem diferente. Primeiro que a campanha em questão também era relacionada à escolha de Prefeitos e vereadores, segundo que o fenômeno Barack Obama havia acabado de acontecer e, apesar de muitos quererem imitar, não sabiam por onde começar e nem se davam conta que as transformações dessa nova forma de comunicar ainda estavam acontecendo aqui no Brasil e os Internautas ainda estavam em fase de experimento. Mesmo assim, os pequenos projetos dos quais tive o prazer de trabalhar (todos voltados para candidatos a Vereadores), me trouxeram resultados satisfatórios.

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18 de outubro

Entrevista sobre como é trabalhar o social media internamente em uma organização. Com @CamilaPassatuto via @alinnefernandes

@camilapassatuto

Publicitária e Escritora, Camila Passatuto exerce uma função de vital importância no que diz respeito à forma com que a Conceito Brazil se comunica com seu público 2.0.
No momento em que muitas empresas terceirizam o serviço do social media com agências especializadas na área, achamos importante ouvir o outro lado de uma organização que assume a responsabilidade de trabalhar essa comunicação internamente. Quais as vantagens e desvantagens de assumir esses riscos? A Camila vai dizer tudinho…

Alinne Fernandes – Fale um pouco sobre a Conceito Brazil…
Camila Passatuto – A Conceito Brazil é uma empresa de promoção de negócios e feiras internacionais, abrangendo três segmentos: eventos (Conceito Brazil Congressos), receptivo vip (Conceito Brazil Carey) e turismo (Conceito Brazil Lufthansa City Center).
Com 27 anos de existência oferece soluções completas para a promoção de empresas brasileiras no exterior, trabalhando desde o planejamento operacional, assessoria comercial e marketing.

Alinne Fernandes – Fale sobre as funções que você desempenha dentro da empresa.
Camila Passatuto – Na Conceito Brazil eu desenvolvo o trabalho de redação e assistente de marketing.
Monitoro e alimento as redes sociais e blog; faço o trabalho de SEO para nossos sites e de todo conteúdo online, além da produção editorial dos informativos e jornais internos, textos comerciais e peças para promoção de feiras internacionais.

Alinne Fernandes – Quando a Conceito Brazil resolveu utilizar as mídias sociais como canal de comunicação com o público alvo? Antes de escolher as mídias utilizadas foi realizado um diagnóstico para chegar as mais indicadas para o negócio?
Camila Passatuto – Quando entrei na Conceito Brazil foi para dar um up nas redes sociais da empresa. Ela apenas possuía um Twitter, que não era devidamente trabalhado, o blog não tinha uma navegação atraente e o conteúdo precisava ser planejado conforme o posicionamento e proposta da Conceito Brazil; já o Facebook não era utilizado.
A necessidade de utilizar as mídias sócias como canal de comunicação veio com a transformação que ocorreu nos últimos anos. Quem não está na rede não está em lugar algum, não é? Somos uma empresa de serviços e nossos clientes não irão nos procurar na lista telefônica. Muitos dos novos clientes nos encontram no Google, entram em nosso site, espiam nosso Flickr, talvez passem pelo blog e encontram links para o nosso Twitter e Facebook. Se o primeiro contato é esse, então é aí que temos que conquistá-lo. Com informações claras no site, um portfólio bem estruturado no Flickr, com conteúdo especializado e amplo em nosso blog e finalmente, com um relacionamento ativo no Twitter e Facebook.
A Conceito Brazil trabalha com o segmento B2B, o que é mais um desafio quando falamos em mídias sociais. Enfim, a Conceito Brazil utiliza como mídias principais o Twitter, Facebook, Flickr e o blog. O Tumblr também é utilizado, mas somente para o perfil da Conceito Brazil Lufthansa City Center.
Essas mídias proporcionam a oportunidade de compartilhar nossos serviços e o mais importante: oferecer informações relevantes sobre o setor de interesse de nossos clientes. Porque uma mídia online não tem que vender, mas sim oferecer uma consultoria de informações úteis sobre o ramo em que atua. Se você quer a prova disso, o blog da Conceito Brazil é um exemplo bem interessante de como usar esse meio com autoria, credibilidade e relevância. Planejar o conteúdo é um fator importante quando falamos de blog, temos que saber o que nosso público deseja ler e saber. O blog também não pode ser totalmente técnico, temos que atender o nicho de clientes, mas também deixa-lo amplo o bastante para atrair a leitura de todos. Complexo e confuso? Não, isso é a fórmula de ser popular sem deixar de ser especifico e direcionado.

Alinne Fernandes – Quais as mídias utilizadas hoje e qual a periodicidade de atualização?
Camila Passatuto – O Twitter é atualizo todo dia, o blog depende, às vezes 2 vezes por semana ou uma, o Flickr apenas quando finalizamos um projetos, o Facebook também tento atualizar todo dia.

Alinne Fernandes – Além das mídias sociais, vocês também utilizam o blog como ferramenta informativa e por lá, abordam assuntos não só relacionados a empresa como também assuntos ligados aos interesses corporativos da área. Qual o Feedback que o blog traz hoje para a Conceito Brazil e de que maneira esse retorno é convertido em ações que beneficiam os setores da empresa?
Camila Passatuto – Temos que entender que o retorno muitas vezes não irá vir com a venda de estandes em uma feira no Oriente Médio por causa do blog (de imediato).
Mas a credibilidade que passamos para nossos clientes e parceiros através do conteúdo que transmitimos por sermos especialistas no que fazemos e temos exposto isso na web é o que importa. Isso é fidelizar, isso é mais importante do que concretizar uma venda, não é? Poucas empresas conseguem isso, realizam negócios uma vez e perdem o cliente. A Conceito Brazil informa os serviços oferecidos e aborda a realidade do mercado, dá dicas aos clientes e com isso mantém seu posicionamento full service refletido na rede, também.

Alinne Fernandes – Vocês costumam monitorar a imagem da empresa na web? Se sim, que ferramentas utilizam e como costumam elaborar os relatórios?

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25 de julho

#PaizãoOriginal

Acabamos de colocar no ar o concurso cultural #PaizãoOriginal . Quer saber como participar? Leia o folder e envie a sua versão para o @baroriginalrn

Boa sorte!!!

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4 de julho

Entrevista sobre gestão de crise 2.0 com @patriciatrixe

@patriciatrixe

Mestre em Comunicação Organizacional pela Faculdade Cásper Líbero (com a pesquisa Gestão e Gerenciamento de Crises nas Redes Sociais), Especialização em Comunicação Corporativa pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, diretora da Trixe Comunicação Empresarial e da Combuzz Comunicação Digital & Buzz Marketing.

Patrícia B. Teixeira é pesquisadora, desenvolve processo de gerenciamento de crise em redes sociais e é responsável pelo Primeiro Estudo Científico Brasileiro Sobre Gerenciamento de Crise nas redes sociais. Conversamos um pouco sobre o tema, tão evidente atualmente na web, que vem causando arranhões na imagem de muitas organizações.

@alinnefernandes – O marketing digital é uma área que está entrando em evidência agora. Podemos até dizer que é nova, tendo em vista a realidade do mercado e a penetração ainda pequena desses profissionais. Percebemos que as empresas começam a se estruturar dentro das mídias, mas não se planejam para uma possível crise. Que importância você dá ao assunto dentro do planejamento de marketing online de uma organização?

@patriciatrixe – PARA O MARKETING, O ASSUNTO É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA. NA ATUALIDADE, NÃO DÁ PARA VOCÊ LANÇAR UM PRODUTO SEM FAZER GESTÃO DE CRISE, OU SEJA, TODO O PROCESSO DE PLANEJAMENTO CASO VENHA UM CRISE. IMPORTANTE MAPEAR POSSIVEIS VULNERABILIDADES.

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1 de junho

Entrevista com Marcel Ayres sobre monitoramento

@marcelayres

Marcel Ayres é Jornalista, Diretor de Planejamento na PaperCliQ | Comunicação e Estratégia Digital, Pesquisador do Grupo de Pesquisa em Interações, Tecnologias Digitais e Sociedade (GITS – UFBA) e Co-autor do Ebook #MídiasSociais: Perspectivas, Tendências e Reflexões. Esse ano, ministrou  cursos de “Gestão estratégica em marketing digital” em várias cidades do Brasil, em parceria com a Três Pontos.

Conversei com ele sobre monitoramento. Um dos pontos cruciais para o sucesso de uma ação digital e estratégia de gestão e antecipação de crise. Prontos para receber dicas de quem entende do assunto?

@alinefernandes – O monitoramento é essencial para o controle, durante, uma gestão de crise, a medição de audiência de uma ação digital, busca por formadores de opinião que possam agregar valor a uma campanha, entre outras coisas. Você poderia citar algumas ferramentas gratuitas e função de cada uma?

http://amomarketing.com.br/2011/05/entrevistamos-marcelayres-sobre-monitoramento-em-redes-sociais/

@MarcelAyres – Algo que sempre digo em minhas palestras e na PaperCliQ é que ferramentas, pagas ou gratuitas, surgem aos montes todos os dias (cada uma com sua função, potencialidade e fragilidade). Logo, dentro desse contexto, o importante é entender, antes de tudo, o que se deseja monitorar? Qual dado deseja obter? Após esse raciocínio, o profissional deve buscar a melhor ferramenta para alcançar seu objetivo. Hoje é possível encontrar diversas ferramentas gratuitas que auxiliam o trabalho de um profissional de monitoramento, mas que, por si só, não são suficientes para um monitoramento mais aprofundado.

Separei, então, algumas ferramentas gratuitas (separadas por função) que são bem úteis, se utilizadas de forma integrada, para um monitoramento parcial ou diagnóstico rápido:

Armazenamento de Dados: se o objetivo é criar um banco de dados sobre menções a cerca de uma marca, perfil ou qualquer termo de pesquisa, uma opção é utilizar, por exemplo, o Google Reader em conjunto com ferramentas de buscas segmentadas: Google Alertas, Twitter Search, IceRocket, Topsy ou Social Mention. Ao usar alguma dessas ferramentas, o usuário pode gerar um RSS Feed e, após esse procedimento, cadastrá-lo no  Reader para armazenar as informações coletadas.

Alertas: para quem deseja trabalhar com alertas no Twitter, existem diversas opções, como: Twitter Alerts, Tweet Beep, Tweet Alarm e Twilert. Nessas ferramentas você pode cadastrar termos de pesquisa e/ou perfis para receber atualizações através, por exemplo, do e-mail ou celular.

Menções: se o objetivo é coletar menções em diferentes ambientes online, existem ferramentas gratuitas que podem auxiliar esse procedimento e, em alguns casos, oferecem dados quantitativos sobre essas menções. É o caso do Addict-o-Matic, 48ers, BlogPulse, SnappBird, Favstar, TweetAuditor entre outras.

Geolocalização: para quem deseja obter informações sobre Trending Topics em uma um local específico, uma boa opção é o TrendsMap.  Essa ferramenta é muito útil para acompanhar a repercussão, por exemplo, de eventos, campanhas, fatos-notícia que estão ocorrendo em um determinado local.

Conexões: para visualizar perfis específicos ou conexões em comum entre uma organização, seus seguidores e/ou concorrentes, existem boas opções, como: Who Follows Whom?  e FollowerWonk. Já para quem deseja observar a proximidade das conexões entre perfis no Twitter e Facebook, sugiro utilizar a MentionMap  ou TouchGraph.

@alinnefernandes – Existem algumas ferramentas de monitoramento pagas, que inclusive você cita nos seus cursos, mas infelizmente, em mercados menores não existe a possibilidade de contratar os serviços. Afinal, os empresários não querem pagar direito nem pelo serviço do profissional, avalie pela ferramenta. Isso interfere no resultado do monitoramento? Tem alguma dica para dar a esses profissionais que trabalham com recursos mais limitados?

@marcelayres – Para os profissionais com recursos mais limitados, sugiro utilizar de forma integrada as ferramentas gratuitas disponíveis na web. Contudo, de um modo geral, elas não oferecem recursos capazes de envolver todo o processo de monitoramento, como: coleta de dados, classificação, categorização, processamento de dados, geração de gráficos e relatórios e análise. Embora esses programas auxiliem em algumas etapas, um monitoramento pleno depende de ferramentas mais completas. Hoje, no Brasil, existem ferramentas pagas como o Seekr, Scup, Aceita, entre outras, que oferecem planos básicos mensais com um bom custo/benefício.

Muitas pessoas no mercado ainda enxergam e/ou vendem o monitoramento como algo limitado ao clipping ou demonstração de dados quantitativos.  O processo de monitoramento vai além e é papel do profissional ser transparente com seu cliente, indicando: o que ele define como monitoramento? O que e em qual ambiente será realizada a observação e análise? Como fará isso, quais critérios utiliza? Quais ferramentas? etc. Desse modo, o cliente terá uma maior noção sobre o que se trata o serviço e, como conseqüência, o profissional valoriza seu trabalho.

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24 de maio

Próximo sábado irei palestrar na turma de pós em Assessoria de Comunicação da UNP

A @stellag19 me chamou para falar sobre a importância das mídias sociais dentro da comunicação corporativa na Universidade Potiguar e eu aceitei com maior prazer. Afinal, também sou Jornalista e acho que os assessores de imprensa precisam estar conectados e antenados com tudo o que está acontecendo em meio a revolução digital.

A palestra será realizada só para os estudantes.

Agradeço o convite desde já e digo que sou a maior fã dessa Jornalista, Escritora e Professora Universitária.

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