18 de outubro

Entrevista sobre como é trabalhar o social media internamente em uma organização. Com @CamilaPassatuto via @alinnefernandes

@camilapassatuto

Publicitária e Escritora, Camila Passatuto exerce uma função de vital importância no que diz respeito à forma com que a Conceito Brazil se comunica com seu público 2.0.
No momento em que muitas empresas terceirizam o serviço do social media com agências especializadas na área, achamos importante ouvir o outro lado de uma organização que assume a responsabilidade de trabalhar essa comunicação internamente. Quais as vantagens e desvantagens de assumir esses riscos? A Camila vai dizer tudinho…

Alinne Fernandes – Fale um pouco sobre a Conceito Brazil…
Camila Passatuto – A Conceito Brazil é uma empresa de promoção de negócios e feiras internacionais, abrangendo três segmentos: eventos (Conceito Brazil Congressos), receptivo vip (Conceito Brazil Carey) e turismo (Conceito Brazil Lufthansa City Center).
Com 27 anos de existência oferece soluções completas para a promoção de empresas brasileiras no exterior, trabalhando desde o planejamento operacional, assessoria comercial e marketing.

Alinne Fernandes – Fale sobre as funções que você desempenha dentro da empresa.
Camila Passatuto – Na Conceito Brazil eu desenvolvo o trabalho de redação e assistente de marketing.
Monitoro e alimento as redes sociais e blog; faço o trabalho de SEO para nossos sites e de todo conteúdo online, além da produção editorial dos informativos e jornais internos, textos comerciais e peças para promoção de feiras internacionais.

Alinne Fernandes – Quando a Conceito Brazil resolveu utilizar as mídias sociais como canal de comunicação com o público alvo? Antes de escolher as mídias utilizadas foi realizado um diagnóstico para chegar as mais indicadas para o negócio?
Camila Passatuto – Quando entrei na Conceito Brazil foi para dar um up nas redes sociais da empresa. Ela apenas possuía um Twitter, que não era devidamente trabalhado, o blog não tinha uma navegação atraente e o conteúdo precisava ser planejado conforme o posicionamento e proposta da Conceito Brazil; já o Facebook não era utilizado.
A necessidade de utilizar as mídias sócias como canal de comunicação veio com a transformação que ocorreu nos últimos anos. Quem não está na rede não está em lugar algum, não é? Somos uma empresa de serviços e nossos clientes não irão nos procurar na lista telefônica. Muitos dos novos clientes nos encontram no Google, entram em nosso site, espiam nosso Flickr, talvez passem pelo blog e encontram links para o nosso Twitter e Facebook. Se o primeiro contato é esse, então é aí que temos que conquistá-lo. Com informações claras no site, um portfólio bem estruturado no Flickr, com conteúdo especializado e amplo em nosso blog e finalmente, com um relacionamento ativo no Twitter e Facebook.
A Conceito Brazil trabalha com o segmento B2B, o que é mais um desafio quando falamos em mídias sociais. Enfim, a Conceito Brazil utiliza como mídias principais o Twitter, Facebook, Flickr e o blog. O Tumblr também é utilizado, mas somente para o perfil da Conceito Brazil Lufthansa City Center.
Essas mídias proporcionam a oportunidade de compartilhar nossos serviços e o mais importante: oferecer informações relevantes sobre o setor de interesse de nossos clientes. Porque uma mídia online não tem que vender, mas sim oferecer uma consultoria de informações úteis sobre o ramo em que atua. Se você quer a prova disso, o blog da Conceito Brazil é um exemplo bem interessante de como usar esse meio com autoria, credibilidade e relevância. Planejar o conteúdo é um fator importante quando falamos de blog, temos que saber o que nosso público deseja ler e saber. O blog também não pode ser totalmente técnico, temos que atender o nicho de clientes, mas também deixa-lo amplo o bastante para atrair a leitura de todos. Complexo e confuso? Não, isso é a fórmula de ser popular sem deixar de ser especifico e direcionado.

Alinne Fernandes – Quais as mídias utilizadas hoje e qual a periodicidade de atualização?
Camila Passatuto – O Twitter é atualizo todo dia, o blog depende, às vezes 2 vezes por semana ou uma, o Flickr apenas quando finalizamos um projetos, o Facebook também tento atualizar todo dia.

Alinne Fernandes – Além das mídias sociais, vocês também utilizam o blog como ferramenta informativa e por lá, abordam assuntos não só relacionados a empresa como também assuntos ligados aos interesses corporativos da área. Qual o Feedback que o blog traz hoje para a Conceito Brazil e de que maneira esse retorno é convertido em ações que beneficiam os setores da empresa?
Camila Passatuto – Temos que entender que o retorno muitas vezes não irá vir com a venda de estandes em uma feira no Oriente Médio por causa do blog (de imediato).
Mas a credibilidade que passamos para nossos clientes e parceiros através do conteúdo que transmitimos por sermos especialistas no que fazemos e temos exposto isso na web é o que importa. Isso é fidelizar, isso é mais importante do que concretizar uma venda, não é? Poucas empresas conseguem isso, realizam negócios uma vez e perdem o cliente. A Conceito Brazil informa os serviços oferecidos e aborda a realidade do mercado, dá dicas aos clientes e com isso mantém seu posicionamento full service refletido na rede, também.

Alinne Fernandes – Vocês costumam monitorar a imagem da empresa na web? Se sim, que ferramentas utilizam e como costumam elaborar os relatórios?

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29 de julho

Entrevista com @Interney

@Interney

A Bio dele o define assim: Empreendedor @ Blog Content, Polvora! & InterNey. Professor @ FGV, JumpEducation & Ecommerce School. Diretor @ APADi & ABRADi. Advisor @ boo-box. Curador @ CPBR . Ufa! Depois de tudo isso, ainda dá para duvidar que o cara é fera? Claro que não. Os mais de 108 mil followers atestam a influência que o @Interney possui quando se fala em tecnologia e transformações pelas quais estamos passando. Quer mais? O InterNey.net foi reconhecido pelo site IDG Now! como o blog mais popular da internet brasileira em 2006, 2007 e 2008. Basta né?
Prontos para uma conversa sobre tendências e realidade do mercado atual?

@alinnefernandes – Nós que trabalhamos com Internet, sabemos o quanto é rápida as mudanças que ocorrem nesse ambiente e, principalmente, como elas influenciam no nicho mercadológico e na forma como os profissionais da área se posicionam. Você considera que as redes e mídias sociais são o ápice dessas transformações ou outras coisas virão (na rede)  em prol do relacionamento marca/cliente?

@interney – Muitas outras coisas ainda estão por vir, provavelmente internet só terá 100% de penetração no mercado, quando dispositivos como celulares e tablets forem os principais devices de acesso à internet, eles vão popularizar a comunicação por texto e vídeo em detrimento de voz e a geolocalização será algo corriqueiro na vida das pessoas.

@alinnefernandes – Como é tudo muito novo, e você até fala em seu site sobre as empresas estarem aprendendo a lidar com as estratégias marketing voltadas para as redes e mídias sociais, os profissionais da área sentem um pouco de dificuldade para realizar o trabalho. Entre os vários fatores externos que acabam atrapalhando, um deles é o boom de profissionais não qualificados que se dizem especialistas na área. Como você considera que as empresas devem lidar com isso e que critérios elas devem analisar antes de escolher o defensor das suas marcas na rede?

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4 de julho

Entrevista sobre gestão de crise 2.0 com @patriciatrixe

@patriciatrixe

Mestre em Comunicação Organizacional pela Faculdade Cásper Líbero (com a pesquisa Gestão e Gerenciamento de Crises nas Redes Sociais), Especialização em Comunicação Corporativa pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, diretora da Trixe Comunicação Empresarial e da Combuzz Comunicação Digital & Buzz Marketing.

Patrícia B. Teixeira é pesquisadora, desenvolve processo de gerenciamento de crise em redes sociais e é responsável pelo Primeiro Estudo Científico Brasileiro Sobre Gerenciamento de Crise nas redes sociais. Conversamos um pouco sobre o tema, tão evidente atualmente na web, que vem causando arranhões na imagem de muitas organizações.

@alinnefernandes – O marketing digital é uma área que está entrando em evidência agora. Podemos até dizer que é nova, tendo em vista a realidade do mercado e a penetração ainda pequena desses profissionais. Percebemos que as empresas começam a se estruturar dentro das mídias, mas não se planejam para uma possível crise. Que importância você dá ao assunto dentro do planejamento de marketing online de uma organização?

@patriciatrixe – PARA O MARKETING, O ASSUNTO É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA. NA ATUALIDADE, NÃO DÁ PARA VOCÊ LANÇAR UM PRODUTO SEM FAZER GESTÃO DE CRISE, OU SEJA, TODO O PROCESSO DE PLANEJAMENTO CASO VENHA UM CRISE. IMPORTANTE MAPEAR POSSIVEIS VULNERABILIDADES.

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1 de junho

Entrevista com Marcel Ayres sobre monitoramento

@marcelayres

Marcel Ayres é Jornalista, Diretor de Planejamento na PaperCliQ | Comunicação e Estratégia Digital, Pesquisador do Grupo de Pesquisa em Interações, Tecnologias Digitais e Sociedade (GITS – UFBA) e Co-autor do Ebook #MídiasSociais: Perspectivas, Tendências e Reflexões. Esse ano, ministrou  cursos de “Gestão estratégica em marketing digital” em várias cidades do Brasil, em parceria com a Três Pontos.

Conversei com ele sobre monitoramento. Um dos pontos cruciais para o sucesso de uma ação digital e estratégia de gestão e antecipação de crise. Prontos para receber dicas de quem entende do assunto?

@alinefernandes – O monitoramento é essencial para o controle, durante, uma gestão de crise, a medição de audiência de uma ação digital, busca por formadores de opinião que possam agregar valor a uma campanha, entre outras coisas. Você poderia citar algumas ferramentas gratuitas e função de cada uma?

http://amomarketing.com.br/2011/05/entrevistamos-marcelayres-sobre-monitoramento-em-redes-sociais/

@MarcelAyres – Algo que sempre digo em minhas palestras e na PaperCliQ é que ferramentas, pagas ou gratuitas, surgem aos montes todos os dias (cada uma com sua função, potencialidade e fragilidade). Logo, dentro desse contexto, o importante é entender, antes de tudo, o que se deseja monitorar? Qual dado deseja obter? Após esse raciocínio, o profissional deve buscar a melhor ferramenta para alcançar seu objetivo. Hoje é possível encontrar diversas ferramentas gratuitas que auxiliam o trabalho de um profissional de monitoramento, mas que, por si só, não são suficientes para um monitoramento mais aprofundado.

Separei, então, algumas ferramentas gratuitas (separadas por função) que são bem úteis, se utilizadas de forma integrada, para um monitoramento parcial ou diagnóstico rápido:

Armazenamento de Dados: se o objetivo é criar um banco de dados sobre menções a cerca de uma marca, perfil ou qualquer termo de pesquisa, uma opção é utilizar, por exemplo, o Google Reader em conjunto com ferramentas de buscas segmentadas: Google Alertas, Twitter Search, IceRocket, Topsy ou Social Mention. Ao usar alguma dessas ferramentas, o usuário pode gerar um RSS Feed e, após esse procedimento, cadastrá-lo no  Reader para armazenar as informações coletadas.

Alertas: para quem deseja trabalhar com alertas no Twitter, existem diversas opções, como: Twitter Alerts, Tweet Beep, Tweet Alarm e Twilert. Nessas ferramentas você pode cadastrar termos de pesquisa e/ou perfis para receber atualizações através, por exemplo, do e-mail ou celular.

Menções: se o objetivo é coletar menções em diferentes ambientes online, existem ferramentas gratuitas que podem auxiliar esse procedimento e, em alguns casos, oferecem dados quantitativos sobre essas menções. É o caso do Addict-o-Matic, 48ers, BlogPulse, SnappBird, Favstar, TweetAuditor entre outras.

Geolocalização: para quem deseja obter informações sobre Trending Topics em uma um local específico, uma boa opção é o TrendsMap.  Essa ferramenta é muito útil para acompanhar a repercussão, por exemplo, de eventos, campanhas, fatos-notícia que estão ocorrendo em um determinado local.

Conexões: para visualizar perfis específicos ou conexões em comum entre uma organização, seus seguidores e/ou concorrentes, existem boas opções, como: Who Follows Whom?  e FollowerWonk. Já para quem deseja observar a proximidade das conexões entre perfis no Twitter e Facebook, sugiro utilizar a MentionMap  ou TouchGraph.

@alinnefernandes – Existem algumas ferramentas de monitoramento pagas, que inclusive você cita nos seus cursos, mas infelizmente, em mercados menores não existe a possibilidade de contratar os serviços. Afinal, os empresários não querem pagar direito nem pelo serviço do profissional, avalie pela ferramenta. Isso interfere no resultado do monitoramento? Tem alguma dica para dar a esses profissionais que trabalham com recursos mais limitados?

@marcelayres – Para os profissionais com recursos mais limitados, sugiro utilizar de forma integrada as ferramentas gratuitas disponíveis na web. Contudo, de um modo geral, elas não oferecem recursos capazes de envolver todo o processo de monitoramento, como: coleta de dados, classificação, categorização, processamento de dados, geração de gráficos e relatórios e análise. Embora esses programas auxiliem em algumas etapas, um monitoramento pleno depende de ferramentas mais completas. Hoje, no Brasil, existem ferramentas pagas como o Seekr, Scup, Aceita, entre outras, que oferecem planos básicos mensais com um bom custo/benefício.

Muitas pessoas no mercado ainda enxergam e/ou vendem o monitoramento como algo limitado ao clipping ou demonstração de dados quantitativos.  O processo de monitoramento vai além e é papel do profissional ser transparente com seu cliente, indicando: o que ele define como monitoramento? O que e em qual ambiente será realizada a observação e análise? Como fará isso, quais critérios utiliza? Quais ferramentas? etc. Desse modo, o cliente terá uma maior noção sobre o que se trata o serviço e, como conseqüência, o profissional valoriza seu trabalho.

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18 de maio

Entrevista com Mayra Paiva: a Brasileira do HootSuite

@mayrapaiva

http://amomarketing.com.br/2011/05/entrevistamos-mayra-paiva-a-brasileira-do-hootsuite/

Mayra Paiva é publicitária, 27 anos, com pós-graduação em Globalização e Cultura e está concluindo a segunda graduação. Dessa vez, em  Artes Visuais.

Foi Assistente de Assessoria de Imprensa, Conteúdo e Educativo no FILE  e Criação e Arte na SIQ Marketing. Estagiou no Marketing Cultural do Metrô de São Paulo, na SABESP, Pesquisa de em Mercado, lecionou Artes para crianças e adolescentes no SESI  e no Ludovico Pavoni e… Vejam só: hoje mora no Canadá e trabalha para o HootSuite (uma das maiores ferramentas de monitoramento e postagem para quem trabalha com Marketing Digital) como International Marketing Ambassador.

Bati um papo com ela para saber mais sobre a ferramenta e como eles estão se posicionando no mercado atualmente.

@alinnefernandes – Como  você chegou ao HootSuite e qual a sua relação atual com as redes e mídias sociais?

@mayrapaiva – comecei no HootSuite no Canadá, mas estarei em casa (Brasil) em breve de onde continuarei meu trabalho no HootSuite. Minha função atual no HootSuite é International Marketing Ambassador, trabalho com as traduções e monitorando o Translation Project em português, informações sobre Brasil e Portugal para o blog e verifico alguns usuários em português diariamente, obviamente não todos, pois eu enlouqueceria, mas os mais recentes e os mais assíduos, além de fornecer suporte em português aos usuários através do @HootSuite_PT, pois o HootSuite é comumente usado para gerenciar mais de um perfil no Twitter, mas o que vejo por aqui que acho bem legal, é que através dos internships surgem oportunidades de conhecer o funcionamento e até se fixar na empresa como pode acontecer no HootSuite. Quanto às redes sociais, administro as minhas 😀 (brincadeira), além do HootSuite_PT, trabalho como freelancer gerenciando redes e com o design de páginas e mídia impressa, trabalhos simples e funcionais.

É possível ingressar numa grande empresa fora do Brasil, enviando portfólios e/ou resumes, se você já tem uma carreira estabelecida em seu país de origem. Pode-se também ingressar em uma grande empresa fora do país através do internship. Agora é claro, para isso é legal ter experiência prévia, senão como em qualquer país você vai conseguir uma colocação num lugar menor, o que é importante também para adquirir experiência profissional.

@alinnefernandes –  Quando surgiu a ferramenta e qual a finalidade principal?

@mayrapaiva – O HootSuite é um painel de mídias sociais que permite aos indivíduos e organizações que gerenciem múltiplas redes sociais e perfis  em um simples aplicativo web. Eles podem monitorar os comentários sobre marcas/empresas, programar updates e analisar resultados com relatórios de estatíticas. A ferramenta também está disponível para plataformas móveis traduzidas em muitas línguas.

Ele foi criado pela Invoke Media, uma agência interativa, como solução para gerenciar múltiplos perfis do Twitter e contas de seus clientes. Na época não existia nada que pudesse gerenciar os desafios que lhe eram propostos, assim eles desenvolveram ferramentas sabendo que haveria essa necessidade também em outras agências e organizações. No primeiro ano o HootSuite tinha mais de 200.000 usuários e, no início de 2010, a companhia se desmembrou da Invoke como uma empresa independente.

@alinnefernandes –  Atualmente, como você mesmo mostra em seu blog, o Brasil é o 5º país que mais utiliza o HootSuite. Hoje, vocês têm um perfil de suporte para os usuários em português (@HootSuite_PT) que funciona, como o @ajuda do Twitter. Existe  um perfil para cada língua, com o objetivo de auxiliar os usuários, ou só direcionam o serviço para os países de maior audiência?

@mayrapaiva – O HootSuite tem audiência verdadeiramente internacional e nós reagimos aos mercados mais ativos e ansiosos por mais. Nós monitoramos menções de marcas em várias línguas e monitoramos as análises para ver onde podemos aumentar nossa audiência.

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16 de maio

Entrevista com Jairo Thé sobre mídia online

 

@byjairothe

A entrevista de hoje é com o Jairo Thé. Formando em Publicidade, iniciou estagiando no departamento de mídia na agência Gruponove (PE) e depois foi se especializar em Internet em projetos temporários. Trabalha com mídia online há 1 ano e meio e atualmente sustenta um projeto de um “bureau” de mídia online, onde atende alguns clientes, como o site de compras coletivas Regateio, primeiro com sede no Nordeste.

Conversei com ele para conhecer um pouco mais sobre o mercado de publicidade online. Como é feita, mensurada e… Principalmente como se dá no Brasil.

@linnefernandes –  A publicidade online é vista atualmente como parte do processo de presença digital das empresas. De que maneira as empresas estão tirando proveito disso, atualmente?

@byjairothe –  É verdade que a publicidade online é vista como parte integrante de um processo de presença digital, mas pelos profissionais e não pelas empresas. A cultura digital ainda não possui seu real valor, sua real importância dentro dos ambientes corporativos. As empresas que estão apostando (e ganhando muito) no digital se destacam porque tudo é novo e ainda há um leque enorme de idéias que podem ser realizadas. Um bom exemplo disso são as inúmeraspossibilidades que podemos extrair de um serviço de geolocalização.

@alinnefernandes – Os anúncios online podem ser feitos desde sites de busca, até redes e mídias sociais. Quando um cliente te procura, que critérios você utiliza para escolher os locais mais apropriados para destinar a verba que ele deseja investir?

@byjairothe – Os critérios são baseados de acordo com os objetivos de comunicação estabelecidos pelos briefing. Clientes que possuam nichos específicos de atuação podem trabalhar com a rede de pesquisa e sites verticais. Já os clientes com um leque de produtos variáveis terá maior retorno com um investimento mais massivo na rede de parceiros. Mas nada nesse processo é engessado, cada novo cliente é um novo ambiente e podemos explorar várias possibilidades de posicionamento.

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27 de abril

Entrevista com @srchico do @midiaboom

Empreendedor. Está aí um adjetivo que define muito bem o Paraibano Chico Montenegro. Ele cresceu em São Paulo, perdeu o sotaque e incorporou toda a correria da cidade. Com ela, uma vontade gigante de fazer diferente.

Há exatamente um ano, eu tive o prazer de conhecer essa figura no Social Media Brasil e, vejam só… O que era apenas um projeto em busca de espaço, não só se tornou real como também virou referência. Estou falando do Coletivo Mídia Boom. Blog criado pelo Chico que hoje é leitura diária e obrigatória para quem estuda o universo do marketing digital.

Conversei um pouco com o cara que esclareceu um monte de coisas para quem também deseja investir nesse mundo digital

Alinne Fernandes – Quando e como surgiu a idéia de fazer o Mídia Boom? Qual o diferencial que você queria dar ao blog, em comparação aos demais que já falavam sobre marketing digital?
Chico Montenegro – O Coletivo Mídia Boom surgiu em setembro de 2009. A idéia nasceu por não existir, ainda no Brasil, blogs com foco nas Mídias Sociais de forma mais técnica e explicativa. Para diferenciar o Blog  dos demais existentes, criamos um coletivo com pessoas de idades e áreas diferentes de atuação,  dentro do marketing digital.

Alinne Fernandes – Quantos colaboradores vocês possuem hoje e como funciona a geração de conteúdo? Existem reuniões de pauta ou todos ficam livres para escolher os temas que desejam abordar?

Chico Montenegro – Hoje temos 20 colaboradores diretos e 04 indiretos que escrevem sem fazer parte do cronograma mensal. Existe uma reunião a cada 2 meses sobre as colunas e posts publicados. Com isso, separamos por data e assunto que cada colaborador direto vai escrever. Mesmo tendo essa “trava” para escrever no blog, eles ainda tem a liberdade de enviar artigos ou posts esporadicamente.

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11 de novembro

Entrevista com @costalince – Criador do encurtador de links Jazu.in

 

@costalince

 

 

Analista de Sistemas por formação, Desenvolvedor PHP por profissão, Designer por distração e Humorista por diversão. Tribuna do Norte. Criador do http://jazu.in . É asim que o @costalince se define em seu perfil do Twitter.

Conversei um pouco com Gleydson Costa para saber mais sobre o encurtador de links que ele criou e que está fazendo maior sucesso aqui no RN.

@Alinne Fernandes – Quando você criou o sistema jazu.in e quais eram as funções iniciais dele?

@Costalince Bem o Jazu.in estreou em 09/09/2010. Inicialmente ele só encurtava links, agora ele tem diversas funções.

@AlinneFernandes – Atualmente o jazu.in pode ser inserido no Twitdeck como aplicativo. Isso também pode ser feito na barra de ferramentas de algum outro browser ou até de outro programa? Se sim, quais?

@Costalince – Pode ser inserido em qualquer programa em que você passe um link longo e ele retorne com link curto, um deles é o Hootsuite.

@Alinnefernandes –  Eu vi lá no site, que os usuários do encurtador de links podem fazer a contagem de clicks dos seus links gerados. Além dessa contagem, você tem planos futuros para a geração de relatórios relacionados a links ou perfis, como acontece com o migre.me hoje?

@Costalince – Como desenvolvo sozinho o Jazu.in, demoro um pouco para criar as ferramentas, mas em breve isto será disponibilizado.

@alinnefernandes – Eu falei do migre.me porque foi uma sacada bastante bacana para planners e analistas de redes e mídias sociais como eu. Nós temos dificuldades em monitorar sem o uso de ferramentas pagas e embora, isso não seja impossível, toma muito do nosso tempo. Alguma pretensão do jazu.in nesse sentido?

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