
Agora não há mais dúvidas. As eleições de 2010 irão render mais que o esperado na Internet. O Senado aprovou a liberação da utilização da Internet na campanha eleitoral de 2010, abrindo caminho para a livre manifestações de idéias. Agora, os sites dos candidatos poderão permanecer no ar até o momento das eleições.
Diante dessas mudanças, como deve ser a estrutura da sua campanha na web?
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Com o boom das mídias sociais, houve também uma mudança de comportamento do eleitorado. Agora eles opinam, criticam, fazem propaganda e interagem com um número sem limite de pessoas.
Para orientar os clientes, a consultora desenvolve estratégias e estabelece limites para que o candidato não perca o controle da sua exposição na rede e use o canal a seu favor.
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Já pensou em disparar torpedos em tempo real para os celulares dos seus eleitores, com prestação de contas e pedido de participação na sua campanha? Você pode ... Eles? Agradecerão a sua atenção.
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Levando em conta a importância que a Internet vem assumindo no cotidiano das pessoas, é imprescindível que as campanhas políticas marquem presença no mundo virtual, tornando os sites os novos cabos eleitorais dos candidatos e partidos políticos.
Em pesquisa realizada pela USP durante as últimas eleições, a Internet apareceu em terceiro lugar como sendo a maneira como as pessoas se informam sobre os programas de governo dos candidatos nas eleições; perdendo apenas para os telejornais e horário eleitoral gratuito na TV, porém, ficando na frente de revistas e jornais impressos.
Muitas agências digitais ainda possuem a visão de que as páginas de candidatos criadas na web devem conter apenas informações sobre o político, algum contato e textos escritos por ele. Entretanto, essa maneira de expor as informações não satisfaz mais os internautas.
Com o desenvolvimento da web 2.0 e toda a interatividade que ela oferece, os internautas (eleitores) passaram a ser mais exigentes e a necessidade de interagir com o candidato através de sua página tornou-se de vital importância para o sucesso de sua campanha eleitoral. O que trouxe consigo um fator que acabou se tornando diferencial para uma campanha: a arquitetura da informação dos websites.
Com o objetivo de prestar consultoria de webmarketing político, a jornalista Alinne Fernandes desenvolveu esta página na web.
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As eleições de 2010 prometem render mais que o esperado na Internet. Isso porque tramita no congresso uma mudança na Lei Eleitoral (número 9.504, de 1997) e Lei dos Partidos Políticos (número 9.096, de 95).
Nas últimas eleições, o Superior Tribunal Eleitoral estabeleceu regras que restringiam o uso da rede para veiculação de campanhas dos candidatos antes de 06 de julho dos anos de eleição.
A proposta para 2010 é de que a Internet seja liberada para uso dos candidatos antes do período das campanhas. Com uma novidade ainda maior: a possibilidade de doação dos eleitores via web, para o financiamento das campanhas. O chamado “Financiamento cidadão”.
É possível, também, que os candidatos tenham que prestar contas diariamente sobre os gastos e ganhos gerados pelas doações, tanto da iniciativa privada, quanto dos eleitores.
Diante dessas mudanças, como deve ser a estrutura da sua campanha na web?
Além do website e do blog, novas ferramentas devem ser criadas e anexadas aos mesmos, com a finalidade de expandir a imagem e as idéias do candidato, bem como para instigar a participação dos internautas na campanha. Saiba como entrando em contato com a consultora.
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Uma forma de interatividade que surgiu com o desenvolvimento da internet foi à chamada Internet 2.0. Exemplos populares desse novo conceito de comunicação sem fronteiras são as salas de bate papo, orkut, scribd, you tube, blogs, entre outros.
Cada um com as suas características, porém, seguindo o mesmo objetivo: comunicação em tempo real, com discussão e exposição sobre temas variados.
Em uma eleição esses itens podem fazer o diferencial de uma campanha na Internet. Entretanto, é necessário lembrar que não há como controlar o que é veiculado na rede, por isso, os candidatos devem dispor de profissionais qualificados. Que não só filtrem as informações, como também possam detectar e buscar a melhor maneira de reverter situações delicadas oriundas de afirmações e situações a que sejam expostos.
Com o objetivo de orientar os clientes, a consultora desenvolve estratégias e estabelece limites para que o candidato não perca o controle da sua exposição na rede. Entre os temas abordados estão:
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Alinne Fernandes é jornalista formada pela UFRN e cursa MBA em marketing estratégico na FARN.
Já passou pelas redações do Diário de Natal e Tribuna do Norte e trabalhou por um ano e meio na Letra A Assessoria de Comunicação. Porém, foi em Internet, veículo com o qual trabalha há 06 anos, que a jornalista se especializou e passou a buscar diferenciais para o sucesso de produtos e marcas de várias empresas do Nordeste.
Dentro de sua experiência como webwriter e arquiteta de informação digital, Alinne prestou serviços a empresas conceituadas no RN como KKi Publicidade, Maxmeio, foi colunista e assessora de imprensa do portal www.conhecaorn.com.br e prestou consultoria em web marketing político para o site do Vereador Paulo Wagner (vereador de Natal mais votado nas eleições de 2008) e atuou como diretora de conteúdo da Interativa Publicidade Digital. No momento, além de prestar consultoria em web marketing, a Jornalista também desenvolve serviços para o www.nominuto.com e é revisora de um dos trabalhos que será apresentado no 3º EBAI –Encontro Brasileiro de Arquitetura da Informação 2009, em São Paulo.


A Interatividade voraz que a Internet proporciona entre os internautas e os assuntos de seus interesses, provocou uma mudança de comportamento desses usuários.
Agora eles escolhem mais, dão opinião, interagem, vestem a camisa e criticam com intensidade. Por isso, deixar de realizar o planejamento de uma campanha eleitoral na rede mundial de computadores, é o mesmo que colocar em risco a sua candidatura.
As redes sociais, por exemplo, já desempenham papel mais importante que o acesso a emails no cenário da internet. Em média, enquanto 65,1% dos usuários mundiais de internet acessam emails, 66,8% acessam redes sociais. E o Brasil é o líder absoluto em redes sociais, com 85% de seus internautas que acessam pelo menos uma. 75% dessas pessoas estão em idade eleitoral; sendo quase 20% com faixa etária entre 18 e 20 anos. O que possibilita a criação de campanhas direcionadas.
E não é só isso. Utilizado de forma correta, o feedback que a Internet proporciona e os dados gerados por meio de pesquisas, fóruns e enquetes contidos no seu site e em ferramentas de rede, podem servir de base para elaboração de plataformas e planos de governo que atendam as necessidades da população, bem como que identifiquem e sanem a tempo, falhas que os candidatos estejam cometendo. Estes dados são o bastante para que quem deseja se eleger, possa compreender a real importância que o veículo possui para uma campanha de sucesso.
Uma forma de interatividade que surgiu com o desenvolvimento da internet foi à chamada Internet 2.0. Exemplos populares desse novo conceito de comunicação sem fronteiras são as salas de bate papo, orkut, scribd, youtube, blogs, twitter, flickr, facebook, entre outros.
Cada um com as suas características, porém, seguindo o mesmo objetivo: comunicação em tempo real, com discussão e exposição sobre temas variados.
Em uma eleição esses itens podem fazer o diferencial de uma campanha. Entretanto, é necessário lembrar que, por enquanto, não há como controlar o que é veiculado na rede, por isso, os candidatos devem dispor de profissionais qualificados. Que não só filtrem as informações, como também possam detectar e buscar a melhor maneira de reverter situações delicadas oriundas de afirmações e situações a que sejam expostos.
Com o objetivo de orientar os clientes, a consultora desenvolve estratégias e estabelece limites para que o candidato não perca o controle da sua exposição na rede. Entre os temas abordados estão: